
Um filme que confirma Tsai Ming-liang como um dos realizadores asiáticos mais apaixonantes dos últimos anos.
Olivier De Bruyn, Le Point
Um filme nostálgico de uma grande beleza plástica. É solene como uma cerimónia de despedida. No último plano magistral, acompanhado por uma canção melancólica, Tsai Ming-Liang mostra mais uma vez num instante frágil e poético que o cinema pode preencher a solidão irremediável da existência humana.
Florence Colombani, Le Monde
Um filme soberbo com uma tristeza visceral e uma beleza devastadora.
Romain Le Vern, aVoir-aLire.com
Uma ode cheia de esplendor à sétima arte.
Jérôme Provençal, Les Inrockuptibles
Este filme é um adeus de uma execução orgulhosa. Violentamente poético, está inundado por essa via electrizante própria das obras-primas.
Stéphane Piatzszek e Olivier Seguret, Libération
O realizador confirma que é um dos mais dotados da nova geração de Taiwan.
Pierre Langlais, L'Humanité
Tudo o que dá valor ao cinema, tudo o que projectamos no ecrã do desejo, de recordações e esquecimento realizado de forma esplêndida e depurada, e também com humor.
Jacques Morice, Télérama
Um dos cineastas mais dotados de hoje em dia. Uma homenagem nostálgica ao cinema.
Pascal Mérigeau, Le Nouvel Observateur
Um belo filme sobre a procura do amor e do reconhecimento através das cores do cinema.
Jean-Christophe Ferrari, Positif
Situado algures entre um Beckett asiático e um Antonioni frio, um filme que toca pela força sugestiva da sua realização.
Olivier de Bruyn, Première
Filme hipnótico, fantasmático, quase mudo, triste e melancólico.
Christophe d’Yvoire, Studio Magazine
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