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1º As Mãos Negativas (Marguerite Duras, França, 1978)
O nascimento da luz e do tempo, a
poesia que cria o universo.
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2º Coração de Cristal (Werner Herzog, Alemanha, 1976)
A formação da vida e o caos
criador mediados pela imagem do fim.
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3º Era Uma vez em Tóquio (Yasujiro Ozu, Japão, 1953)
A permanência do amor entre
gerações, sóis e luzes.
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4º Phenomena (Dario Argento, Itália, 1985)
Este clamor da alma que não teme
o inferno.
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5º Um Dia no Campo (Jean Renoir, França, 1936)
Inacabado como a vida deve ser,
como os ventos sobre a terra.
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6º A Noite da Caçada (Jean Rollin, França, 1980)
A incomunicável condição humana
de sobreviver.
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7º O Anjo da Noite (Walter Hugo Khouri, Brasil, 1974)
É brincando que se manifestam os
medos mais profundos.
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8º O Fantasma de Longstaff (Luc Moullet, França, 1996)
Desencontram-se os olhares, os
amores, se a representação obceca.
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9º Da Vida das Marionetes (Ingmar Bergman, Suécia/Alemanha, 1980)
Esta infância que não se abandona,
este pesadelo perpétuo.
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10º Imitação da Vida (Douglas Sirk, EUA, 1959)
Porque também há sangue numa
lágrima que cai.
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11º A Viagem da Hiena (Djibril Diop Mambéty, Senegal, 1973)
Liberdade para voar, amar e
sorrir e nisso viver o realismo maior.
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12º Liberté, La Nuit (Philippe Garrel, França, 1983)
Reencontrar o amor na luz de um
amanhecer, eis a questão.
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13º Notas Para Uma Oréstia Africana (Pier Paolo Pasolini, Itália, 1970)
Este mito que dilata os tempos e
dissolve a realidade.
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14º Brás Cubas (Júlio Bressane, Brasil, 1985)
Não há imagem que não carregue um
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15º Coração Selvagem (David Lynch, EUA, 1990)
No orifício e na cavidade do
gozo, o tesão de existir.
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16º Trans-Europ-Express
(Alain Robbe-Grillet, França/Bélgica, 1967)
No amor-fetiche, a motivação primordial
de toda narrativa.
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